
Desde que se autonomizou da Filosofia, o objecto de estudo da Psicologia sofreu, ao longo do tempo, uma evolução. Inicialmente centrava-se no estudo das experiências conscientes acessíveis através da introspecção. Esta concepção, defendida por Wundt, vai ser posta em causa por Watson, que considerava que só o comportamento objectivamente observável poderia ser objecto de uma ciência.
Freud considera que, para se explicar o comportamento humano, seria necessário compreender o papel do inconsciente. Chamou também à atenção para a importância da infância na explicação dos comportamentos do adulto.
Hoje, a Psicologia tem como objecto de estudo não só o comportamento observável mas também os processos mentais.